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Material audiovisual ajuda empresas a otimizarem seus conteúdos


Material audiovisual ajuda empresas a otimizarem seus conteúdos

Entre 2014 e 2016, a participação da internet no tempo total que os brasileiros dedicam a ver vídeos passou de 27% para 42%

Recentemente, a Ancine - órgão que regulamenta produções audiovisuais brasileiras - publicou dois estudos que indicam quais trilhas o mercado audiovisual deve seguir para continuar o ritmo de crescimento. De acordo com o diretor-presidente da agência, Manoel Rangel, os estudos mostram a força das produções do setor no Brasil, responsável por injetar R$ 24,5 milhões em nossa economia no ano de 2014. “Por estarmos em um cenário de crise econômica no Brasil, os números são bem expressivos. O Brasil, por exemplo, fez a importação de cerca de US$ 1,1 bilhão apenas em licenciamentos de direitos de conteúdos audiovisuais”, afirma o executivo.

Grande parte do crescimento do mercado se deve às produções audiovisuais para internet. O YouTube, por exemplo, divulgou em outubro do ano passado a terceira edição do VideoViewers, realizada pela Provokers - sobre o hábito do brasileiro para consumo de vídeos online. Segundo a pesquisa, de cada dez horas que os brasileiros consomem vídeos, quase metade desse tempo são online. Entre os anos de 2014 e 2016, a participação da população que passou a ver vídeos na internet subiu de 27% para 42%. Outro marco do setor, segundo revela a pesquisa, foi que a audiência do Youtube no Brasil ultrapassou TV por assinatura.

Já a comScore, empresa de pesquisa de mercado com sede em diversos países, apontou que o YouTube se tornou o 2º site com o maior número de pesquisas feitas na internet, ficando apenas atrás do Google. Hoje, por exemplo, quase 60% do tráfego de audiência na internet é oriundo de conteúdos audiovisuais. Cerca de 70% das pesquisas no buscador Google oferece resultados de vídeo.

 

Aqueles que administram ou fazem o marketing de uma empresa devem repensar os modelos de comunicação que vêm fazendo nos últimos anos. Atualmente, quando alguém precisa buscar algum produto  ou serviço vai direto ao pesquisador do Google e, para ver o seu funcionamento ou buscar opiniões de outros consumidores, busca por vídeos no YouTube e outras plataformas semelhantes.

"Por isso, surge a necessidade de otimizar qualquer conteúdo adotando também o formato audiovisual, a fim de gerar uma divulgação mais ampla, impactando no ranking dos motores de busca." diz Valéria Martins, Diretora de Marketing da Produtiva.

Para produzir um material audiovisual de qualidade, tem que haver uma pré-produção que atenda as especificações de onde o vídeo é visto. “Cerca de 55% dos vídeos assistidos na internet, são por meio de um smartphone, por isso, o vídeo deve ser trabalhado de uma forma responsiva, que o usuário consiga ter uma boa experiência com o conteúdo”, afirma Valéria. “Muitas pessoas e empresas produzem para internet, e colocam pequenas legendas ou textos que no smartphone ficam inviáveis de se ler por exemplo”.

Na internet, o retorno sobre investimento (ROI) também é maior. O ROI de investimento no YouTube é cerca de 5,4 vezes maior que da TV aberta. “Por isso, executivos têm que repensar e começar a investir mais em mídias digitais”, explica Valéria.

São muitas as possibilidades de projetos e conteúdos que podem ser gerados a partir de ferramentas audiovisuais e serviços que auxiliem nos processos de composição. A Produtiva, por exemplo, produz vídeos para YouTubers, apresentação em Motion Graphics, clipes para músicas e institucionais para os mais diversos nichos de mercado. “Para se ter resultado com vídeos na internet, o mercado não aceita mais vídeos amadores, por isso a qualidade final do material tem que ser profissional, que faça sentido, e que traga resultado, se não é apenas perder dinheiro”, enfatiza Valéria.

A melhoria das ações de marketing e planejamento estratégico de comunicação podem ganhar mais força em 2017 com o uso do audiovisual. Criatividade e tecnologia são fundamentais no atual contexto.